quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Qual é o seu valor



QUAL É O SEU VALOR?





O discípulo visitou seu mestre e disse:
- Mestre, sou um trapalhão, não valho nada, não sirvo para nada. Que posso fazer para melhorar, e que as pessoas me valorizem?
Ao que o mestre lhe respondeu:
-No momento não posso te ajudar. Preciso antes vender este colar, e poderás me auxiliar vendendo-o. Depois poderei ajudar-te.
O discípulo aceitou a missão, prestando atenção às determinações do mestre:
--Vende o colar pelo melhor preço que conseguires, pois tenho umas dívidas a resgatar, mas não aceites menos que três moedas de ouro.
Apesar de a aparência do colar não ser atrativa, o discípulo, uma vez no mercado, tratou de vendê-lo.
Todos, no entanto, o gozavam quando mencionava a quantidade de moeda que pedia por aquele colar... Mostrou-o a muita gente, que se ria dele. A melhor oferta que conseguiu foi de três moedas, mas de prata. No entanto, ao recordar que o mestre lhe dissera que não poderia vender por menos de três moedas de ouro, rejeitou a oferta.
Depois de tentar vender o objeto e não conseguir, o discípulo, decepcionado, voltou ao mestre:
- Mestre, sinto muito, mas o máximo que me ofereceram pelo colar foram três moedas de prata. Creio que não posso enganar ninguém quanto ao seu verdadeiro valor.
O mestre escutou e o refutou:
-Certamente, primeiro deves conhecer o verdadeiro valor da jóia. Te peço que regresses ao povoado e mostres o colar ao joalheiro. Pergunte-lhe seu verdadeiro valor, mas não o vendas, por favor. Primeiro regresse aqui com o colar.
O joalheiro examinou o colar e disse ao discípulo:
- Diga ao teu mestre que posso dar sessenta moedas de ouro pelo colar, se é que ele tem tanta pressa em vendê-lo..
O discípulo correu entusiasmado ao seu mestre para informá-lo da quantidade de moedas que oferecia o joalheiro.
O mestre, sorrindo, ouviu o discípulo, e replicou:
- És como este colar: uma jóia valiosa e única, muitas das vezes não sabemos qual o nosso verdadeiro valor, e acabamos por nos contentar com o julgamento alheio, o que nos atrapalha e impede de alcançarmos os nossos objetivos, por isso devemos nos auto avaliar e valorizar nosso verdadeiro valor. Somos nós mesmos quem devemos descobrir quanto valemos. Pretender que os outros o façam é um erro.
Dizendo isso, o mestre guardou o colar, enquanto o discípulo, feliz, com a cabeça erguida, em um novo caminhar, se distanciava.

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Revista Plenitude

 A PERVERSÃO DO SEXO


 Meus amigos leitores, você vai encontrar nestas matérias escaneadas, da antiga revista plenitude, assuntos de muita importância que os senhores(a) vão gostar e ser úteis para a sua vida. Confirma o bispo Geraldo Vilhena.

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Celular

 O celular é o novo cigarro?




É comum passar nas ruas e ver muitas pessoas caminhando de cabeça baixa. É preciso desviar das mais desatentas, que nem percebem que podem se chocar contra quem segue em direção oposta. Elas estão de olho no celular, que as distrai e hipnotiza. No ônibus, de pé ou sentadas, continuam a olhar para o telefone, checando mensagens ou verificando as redes sociais.


Já aquelas que dirigem seus carros têm dificuldades em se manter atentas ao trânsito. Esperam ansiosas, sem perceber, o sinal sonoro que anuncia a chegada de uma mensagem de texto. A falta de atenção ao volante pode causar acidentes. No trabalho, a maioria perde tempo em verificar, repetidas vezes, se algo foi postado em sua rede social ou quantas pessoas já curtiram suas fotos ou o seu post mais recente. Esse momento, que deveria ser produtivo, é utilizado de forma inadequada.

Fim do mundo

No almoço com os colegas, os viciados em celular não conseguem tirar o olho do aparelho eletrônico. A conversa, que poderia ser descontraída, não se desenrola com naturalidade. Ao voltar para casa, o aparelho continua ali, ao lado do seu dono ou dona, quase como um apêndice externo. Se for esquecido em algum lugar, o “fim do mundo” é decretado. Nem na hora de dormir o usuário consegue ficar longe do celular.

Graves riscos

Quem não presenciou uma situação assim ou vive isso diariamente? A socióloga norte-americana Amber Case, famosa por questionar o uso da tecnologia pelas pessoas, declarou em entrevista recente ao jornal El País qual é o mais novo vício que as atinge: “checamos o celular entre mil e duas mil vezes por dia. É uma ferramenta muito útil, mas que tem que nos tornar livres. O celular é o novo cigarro: se fico entediada, dou uma olhada nele. A tecnologia não é ruim, mas seu uso está nos desconectando e nos escravizando.”

Dois lados

O doutor em sociologia e professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), Paulo Silvino, de 36 anos, também concorda com os benefícios da tecnologia, mas afirma que é preciso ter cuidado com o uso excessivo do celular. “Em todos os lugares é possível ver pessoas que não largam o aparelho para nada, nem para comer ou assistir a um filme no cinema. Mas existem dois lados: ao mesmo tempo que a tecnologia permite a conversa com um ente querido que está longe, de forma mais barata, acaba nos prendendo, pois gera uma ansiedade em ver se há alguém querendo interagir conosco e curtir nossas fotos. É como se as pessoas fossem se sentir mais queridas ao serem mais vistas nas redes sociais”, analisa.

Silvino diz que as pessoas costumam postar nas redes sociais sempre fotos mostrando que estão felizes. “É o selfie mostrando que está comendo determinado prato e usando tal roupa. Se projeta a imagem de algo que não somos, como se todo mundo se tornasse celebridade. Interpretando esse personagem, as pessoas têm cada vez mais dificuldade em lidar com o contraditório e com o que é diferente delas. Se permitem falar coisas de todo tipo, até de forma raivosa e ofensiva, pois se sentem protegidas nas redes sociais”, explica.

Contato humano

Na avaliação do professor, as pessoas buscam saciar um desejo de aceitação, mas, em função disso, as relações sociais estão se empobrecendo. “O uso das redes sociais no celular fragilizou o contato físico. As pessoas passaram a acreditar que são benquistas pelo número de amigos no Facebook ou pelas celebridades que seguem, mas é um engodo. Por mais que desenvolvamos nossa capacidade de comunicação por meio da tecnologia, não podemos prescindir do contato humano. Tudo a que atribuímos um sentido nas relações só é efetivo quando realizado pessoalmente”, reflete.

Humanos

O sociólogo afirma que não há uma fórmula mágica para tentar resolver a questão, mas, na opinião dele, é preciso fazer uma autocrítica em relação ao uso do aparelho. “É preciso analisar até que ponto a maneira como se usa o celular pode ser danosa e se isso pode gerar uma doença em que as pessoas estão cada vez mais enclausuradas, ao mesmo tempo que se projetam no mundo virtual. Não podemos esquecer que somos humanos e não um personagem criado, uma autoimagem que não é verdadeira e está distante da realidade”, pondera.

terça-feira, 7 de setembro de 2021

A mulher invejosa

  Uma mulher Invejosa

Em entrevista exclusiva, a atriz Marcela Barrozo fala da personagem Betânia e da experiência de fazer parte do elenco da novela Os Dez Mandamentos



A inveja é uma das principais características da personagem Betânia, da novela Os Dez Mandamentos, da Rede Record. Ela sempre quer ter mais do que as irmãs e chega até a cobiçar o marido de uma delas. A atriz Marcela Barrozo, que interpreta o papel, adianta que Betânia ainda vai aprontar bastante nesta terceira fase da trama. 
“Ela é bem invejosa e gosta de menosprezar os outros para se sentir melhor. Quando Moisés (Guilherme Winter) chega a Midiã, por exemplo, ela logo vê uma oportunidade de se casar. E quando descobre que a Zípora (Giselle Itié) vai se casar com ele, ela faz de tudo para tomar Moisés. Ela ainda vai tentar destruir o casamento da irmã”, diz a atriz.
Por causa da cobiça incontrolável, Betânia se envolve com a vidente Mahira e aceita se afastar da família para conseguir o que deseja. Marcela comenta que a ânsia de conseguir o que é dos outros acaba levando a personagem para um caminho perigoso. Em uma das cenas que já foram ao ar, ela chegou a mentir que foi atacada por Moisés na tentativa de obrigá-lo a se casar com ela. “Betânia está procurando o caminho errado e vai acabar se dando mal, ela já está se dando mal. Ela não vai desistir assim tão fácil de Moisés, desse amor. Nem sei se isso é amor ou obsessão. Mas ela vai ficar ainda pior nessa história e vai continuar em atrito com a família”, afirma a atriz.
Na novela, o pai de Betânia, Jetro (Paulo Figueiredo), é uma das pessoas que mais sofrem com as escolhas erradas da filha. Apesar disso, Marcela ainda tem esperança de que a personagem possa se regenerar. “Eu torço muito para que ela perceba o que está fazendo, para que a ‘ficha dela caia’, porque ela está se afastando da família e das pessoas que mais ama. A Betânia decepciona muito o pai”, avalia.
Perto de Deus
A novela Os Dez Mandamentos não é a primeira produção bíblica no currículo da atriz. Em 2013, ela participou do elenco da minissérie José do Egito, da Record. “Acho muito legal as pessoas terem conhecimento das histórias bíblicas. Quando fiz José do Egito, comecei a querer saber mais sobre a Bíblia e a me aprofundar no assunto. Esse trabalho é diferente de uma novela normal, você se empenha mais, é como se estivesse mais próximo de Deus”, opina.
Bastidores
A atriz também revela que os bastidores da produção são marcados por muita descontração e companheirismo. “A gente está superfeliz e se diverte muito. O elenco é muito amigo, muito unido. Tem até um grupo no WhatsApp em que a gente se une para fazer ações e divulgar a novela. O elenco inteiro está pensando no que o público quer ver”, completa. A novela Os Dez Mandamentos é exibida de segunda a sexta-feira, às 20h30, na Rede Record.



UNIVERSAL leva Fé,palestra e esporte em um evento na Fundação CASA.


 Ao inicio do evento obreiro Noel com os voluntários fazem uma oração da fé para que os jovens e família, tivesse uma  libertação. Na seqüência o Amauri ex traficante conta o seu testemunho, em seguida Israel conta  também o seu testemunho.

 Depois o  Teatro UNIVERSAL na Fundação CASA apresentou uma peça o Leilão de uma Alma, no final da peça  o teatro cantou louvores para louvar e adorar o Senhor Jesus.
 Neste evento ouve uma competição de  futebol jovens internos da Fundação Casa contra time da UNIVERSAL.

 Para finalizar o evento foi  servido  bolo e refrigerante e sorvetes para os jovens internos e famílias.








Que Deus abençoe todos os voluntários que participam da obra de Deus, dentro da Fundação CASA.